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Células B esplênicas de uma variedade de linhagens de camundongos puderam ser depletadas de células acessórias pela remoção de células grandes por sedimentação por velocidade, seguida de aderência ao plástico e passagem sobre Sephadex G-10. Essa remoção de células acessórias aboliu a reatividade das células B esplênicas ao mitógeno lipopolissacarídeo (LPS), conforme medido pela sua capacidade de proliferar policlonalmente e se maturar em células secretoras de IgM. Células acessórias de diferentes fontes, como células de exsudato peritoneal, células de baço irradiadas, células da linha de macrófagos P388 D1 e macrófagos de uma única colônia cultivada a partir de precursores de medula óssea em meio semi-sólido na presença de fator estimulante de colônia, restabeleceram a reatividade ao LPS das células B depletadas de células acessórias. Diluições limitantes das células de uma única colônia de macrófagos indicaram que tão pouco quanto 30 a 1000 macrófagos podem restituir a resposta policlonal de 3 X 10(4) células B ao LPS. Não apenas macrófagos ativados, mas também linhas de células T auxiliares ativadas de longo prazo e híbridos de células T, produziram fatores no sobrenadante que também poderiam restaurar a responsividade de células B depletadas ao LPS.
Corbel et al. (Sat,) estudaram essa questão.