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O objetivo foi estudar a contribuição relativa das aberrações ópticas da córnea e da óptica ocular interna (com o cristalino como componente principal) para as aberrações gerais no olho humano. Três conjuntos de dados de aberração de frente de onda foram medidos independentemente nos olhos de sujeitos jovens: para a superfície anterior da córnea, o olho completo e a óptica ocular interna. A quantidade de aberração tanto da córnea quanto da óptica interna foi encontrada maior do que para o olho completo, indicando que a primeira superfície da córnea e a óptica interna compensam parcialmente as aberrações uma da outra e produzem uma imagem retiniana melhorada. Este resultado tem uma série de implicações práticas. Por exemplo, ele demonstra a limitação da topografia corneana como guia para novos procedimentos refrativos e fornece um forte endosse do valor da detecção de frente de onda ocular para essas aplicações.
Artal et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.