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Resumo Os oficiais adjuntos fazem prisões por muitas razões: para resolver problemas, gerar estatísticas, retificar erros morais percebidos ou forçar a conformidade com a lei. Muitos estudos sobre a discrição nas prisões analisaram determinantes situacionais e estruturais da decisão de prender. O comportamento dos cidadãos, raça, gênero e a natureza do crime foram todos examinados. Afastando-se dessas abordagens, este estudo considera a instituição da polícia, concentrando-se nas relações entre os oficiais adjuntos para tentar explicar quem faz uma prisão, especialmente quando mais de um oficial está presente na cena. Com base em dados coletados durante um ano e meio de pesquisa etnográfica como oficial adjunto em um condado rural da Califórnia, mostramos que as prisões são uma forma de capital simbólico. As prisões são dadas, tomadas e disputadas enquanto os oficiais lutam para trabalhar uns com os outros e competem por prestígio e posições dentro do Escritório do Xerife. Trocadas, presentes e roubadas como um bem valioso, uma prisão tem o poder de solidificar relacionamentos existentes, bem como promover divisões. Assim sendo, a prisão é um veículo de significado social e de vínculo, e uma mercadoria social valorizada.
Lande et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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