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Objetivo Organizações estão atualmente situadas em um contexto de descontinuidade dramática, ou seja, ambientes que exigem mudança contínua devido à feroz concorrência e às demandas latentes do mercado. Sob essa perspectiva, torna-se evidente para as organizações desenvolver um contexto organizacional que estimule a reconstrução de rotinas e capacidades internas para continuar sendo uma organização competitiva. O objetivo deste artigo é examinar as relações de entrada e saída da gestão do conhecimento (GC). As entradas são consideradas, neste artigo, os fatores fundamentais da GC, e as saídas estão relacionadas à capacidade dinâmica (CD). Design/metodologia/abordagem Os dados foram coletados por meio de uma pesquisa realizada com 550 empresas da indústria automotiva, que estão registradas na base de dados do SINDIPEÇAS (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), com taxa de retorno de 143 questionários válidos. Os testes de hipótese e a análise foram conduzidos utilizando modelagem de equações estruturais. Resultados A pesquisa demonstra que a estrutura organizacional é o principal fator contextual relacionado à GC, que apoia a CD. Além da estrutura organizacional, este artigo também avalia a interação entre recursos humanos e cultura organizacional relacionada à CD. Implicações práticas Os resultados podem ajudar os gestores de empresas da indústria automotiva a entender quais iniciativas promovem a CD e a inovação. Originalidade/valor Este artigo apresenta uma das poucas pesquisas que comparam fatores contextuais relacionados à GC que apoiam a CD; e também compara a conexão entre recursos humanos, cultura organizacional e estrutura organizacional relacionada à GC.
Gonzalez et al. (Sex,) estudaram essa questão.