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OBJETIVOS: Determinar a prevalência e associações dos sintomas de fadiga. DESENHO: Pesquisa por questionário. CONFIGURAÇÃO: Atenção primária em Londres. PARTICIPANTES: 611 pacientes de atenção primária. MEDIDAS DE RESULTADO PRINCIPAIS: Pontuações em um questionário de fadiga e razões dadas para a fadiga. RESULTADOS: 10,2% dos homens (17/167) e 10,6% das mulheres (47/444) apresentaram fadiga substancial por um mês ou mais. Idade, ocupação e estado civil exerceram efeitos menores. Os sujeitos atribuíram a fadiga igualmente a causas físicas e não físicas. Doenças físicas, incluindo infecções virais, estavam associadas a uma fadiga mais severa. As mulheres, em vez dos homens, culpavam responsabilidades familiares por sua fadiga. O perfil da fadiga persistente não difere do de curta duração. Apenas uma pessoa atendeu aos critérios para a síndrome da fadiga crônica. CONCLUSÕES: A fadiga é uma queixa comum entre pacientes de atenção primária e pode ser severa. Os pacientes podem atribuir isso ao estresse físico, psicológico e social.
David et al. (Sáb,) estudaram essa questão.