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O estudo tentou isolar algumas das condições ambientais que controlavam o comportamento autodestrutivo de três crianças severamente retardadas e psicóticas. No estudo de extinção, os sujeitos foram colocados em uma sala onde eram permitidos a se machucar, isolados de contato interpessoal. Eles eventualmente deixaram de se machucar nessa situação, com a taxa de autodestruição caindo gradualmente ao longo dos dias sucessivos. No estudo de punição, os sujeitos receberam choque elétrico doloroso condicionado ao comportamento autodestrutivo. (1) O comportamento autodestrutivo foi imediatamente suprimido. (2) O comportamento recorreu quando o choque foi removido. (3) A supressão foi seletiva, tanto em locais físicos quanto em situações interpessoais, em função da presença do choque. (4) Efeitos generalizados sobre outros comportamentos não relacionados ao choque apareceram em uma direção clinicamente desejável. Finalmente, foi relatado um estudo onde o comportamento autodestrutivo aumentou quando certas atenções sociais foram dadas em função desse comportamento.
Lovaas et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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