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Existem diversas métricas amplamente aceitas para medir a qualidade do código que estão sendo usadas atualmente tanto na pesquisa quanto na prática para detectar cheiros de código e encontrar oportunidades de melhoria do código. Embora essas métricas tenham sido propostas como um proxy para a qualidade do código, pesquisas recentes sugerem que, mais frequentemente do que não, as métricas de qualidade de código de ponta não capturam com sucesso as melhorias de qualidade no código fonte conforme percebido pelos desenvolvedores. Mais especificamente, os resultados mostram que pode haver inconsistências entre, por um lado, os resultados das métricas de coesão, acoplamento, complexidade e legibilidade, e, por outro lado, a interpretação dessas métricas na prática. Como ferramentas de melhoria do código dependem dessas métricas, há uma clara necessidade de identificar e resolver as inconsistências mencionadas. Isso permitirá a criação de ferramentas que estejam mais alinhadas com a percepção de qualidade dos desenvolvedores e podem ajudar de forma mais eficaz nos esforços de melhoria do código fonte. Neste estudo, investigamos 548 instâncias de melhorias na legibilidade do código fonte, conforme explicitamente declarado por desenvolvedores internos na prática, de 63 projetos de software engenheirados. Mostramos que os modelos de legibilidade atuais falham em capturar melhorias de legibilidade. Também mostramos que ferramentas para calcular métricas adicionais, para detectar refatorações e para detectar problemas de estilo são capazes de capturar características que são específicas para mudanças de legibilidade e, assim, devem ser consideradas por futuros modelos de legibilidade.
Fakhoury et al. (Wed,) estudaram essa questão.