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FUNDAMENTO: O início imediato da ressuscitação cardiopulmonar básica (RCP) e a desfibrilação precoce foram destacados como cruciais para a sobrevivência de uma parada cardíaca, mas, apesar do novo conhecimento, nova tecnologia e treinamento maciço de pessoal, as taxas de sobrevivência de paradas cardíacas intra-hospitalares ainda são baixas. Diretrizes nacionais recomendam intervalos regulares de treinamento em RCP para capacitar todos os profissionais hospitalares a realizar a RCP básica até que o atendimento avançado esteja disponível. Este estudo investiga o treinamento em RCP, a experiência em ressuscitação e a autoconfiança nas habilidades entre o pessoal hospitalar fora das áreas de cuidados críticos. MÉTODOS: Um estudo transversal foi realizado em três hospitais noruegueses. Dados sobre treinamento em RCP e uso de RCP foram coletados por autorrelatos de 361 profissionais hospitalares. RESULTADOS: Um total de 89% relataram ter feito treinamento em RCP, mas apenas 11% atualizaram suas habilidades de acordo com o intervalo de tempo recomendado pelas diretrizes nacionais. Experiência real em ressuscitação foi relatada por um terço dos respondentes. Tanto os intervalos de treinamento quanto o uso de habilidades em situações de ressuscitação diferiram entre as profissões. A autoconfiança autorrelatada diminuiu apenas após mais de dois anos desde o último treinamento em RCP. CONCLUSÃO: Existe uma lacuna entre as recomendações e a realidade no treinamento em RCP entre os profissionais hospitalares que trabalham fora das áreas de cuidados críticos.
Laila Arnesdatter Hopstock (Terça) estudou esta questão.