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Em 2007, dois documentários sobre o aquecimento global — Uma Verdade Inconveniente e O Grande Fraude do Aquecimento Global — foram alvo de desafios legais e regulatórios no Reino Unido. Este artigo examina as limitações dos apelos à precisão nesses dois casos. Em vez de encerrar o debate, o discurso da precisão gera um retrocesso representacional que serve apenas para gerar mais controvérsia. As alegações de precisão tornam-se particularmente problemáticas no caso de filmes documentais, onde o papel da imagem visual deve ser considerado. Em particular, o status figural ambíguo da imagem em documentários científicos torna a precisão um meio inadequado para avaliar tais filmes. Sugiro que, em vez de serem consideradas isoladamente, a precisão precisa ser entendida como uma das várias características textuais que juntas constroem a veracidade de um texto. A integridade do texto emerge como o conceito mais significativo para avaliar as representações midiáticas das mudanças climáticas.
Felicity Mellor (Sex,) estudou essa questão.
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