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O mandarim possui sibilantes dentais, palatais e retroflexas, mas seus contrastes antes de ᵢ são evitados: os palatais aparecem antes de i, enquanto os dentais e retroflexos aparecem antes de aproximantes silábicos homorgânicos (também conhecidos como vogais apicais). Uma visão de aprimoramento considera as vogais apicais como uma forma de evitar o fraco contraste /si-ɕi-ȿi/. Focamos no contraste dental vs. palatal neste estudo e testamos a hipótese baseada no aprimoramento de que as sibilantes dentais e palatais são perceptivamente menos distintas no contexto de ᵢ do que em outros contextos vocálicos. Esta hipótese é apoiada por uma pesquisa tipológica de 155 dialetos chineses, que mostrou que os contrastes si, tsi, tsʰi e ɕi, tɕi, tɕʰi tendem a ser evitados mesmo quando não há retroflexos no sistema sonoro. Também realizamos um experimento de discriminação AX acelerado com 20 ouvintes ingleses e 10 ouvintes chineses para examinar o efeito das vogais (ᵢ, ₐ, ₒu) na distintividade percebida dos contrastes sibilantes (s-ɕ, ts-tɕ, tsʰ-tɕʰ). Os resultados mostraram que o contexto de ᵢ introduziu um tempo de resposta mais longo, reduzindo assim a distintividade, do que outras vogais, confirmando nossa hipótese. Além disso, a falta geral de diferença entre os dois grupos de ouvintes indica que o efeito da vogal é independente da língua.
Li et al. (Ter,) estudaram esta questão.