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OBJETIVOS: Os objetivos deste artigo epidemiológico estão focados no estudo das queixas vocais de professores, seu padrão de voz e o impacto dos distúrbios vocais nas condições psicossociais de trabalho. PACIENTES: Foi estudada uma amostra aleatória estratificada representativa de 282 professores de jardins de infância e escolas de ensino fundamental. Dois tipos de questionários de auto-relato foram aplicados: uma pesquisa sobre o perfil vocacional ocupacional dos professores e a versão espanhola adaptada do Questionário Psicossocial de Copenhague (ISTAS-21). O teste do qui-quadrado de Pearson foi realizado para buscar associações estatísticas. RESULTADOS: 62,7% dos sujeitos apresentavam distúrbios vocais ocupacionais; esses professores mostraram condições psicossociais significativamente piores do que seus colegas com voz saudável. CONCLUSÕES: Os distúrbios vocais ocupacionais afetam mais de 60% dos professores e têm um impacto em suas condições psicossociais de trabalho. O trabalho interdisciplinar é essencial para esclarecer esses mecanismos e efeitos multifatoriais.
Alvear et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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