Key points are not available for this paper at this time.
Mais de 50 anos de trabalho levaram ao reconhecimento do cromo trivalente como um elemento essencial. Pouco depois de sua identificação como um elemento essencial em 1959, sua interação com a insulina in vitro e in vivo foi estabelecida, e o local de ação identificado como a membrana celular sensível à insulina. Apesar de outros sucessos clínicos iniciais com a suplementação de cromo, quatro problemas principais influenciaram a taxa de progresso desde então: 1) análise de cromo; 2) interação do cromo com outros fatores dietéticos; 3) diagnóstico do status de cromo; e 4) outras controvérsias, como o potencial carcinogênico do cromo (desde então refutado) e a ausência de efeito sobre a tolerância à glicose mesmo em organismos deficientes em cromo (agora explicada). Essas controvérsias dissiparam-se em sua maioria à medida que novos conhecimentos integraram fatos e opiniões aparentemente irreconciliáveis. Sabe-se agora que o cromo pode potencializar a ação da insulina seja por um efeito sobre funções dependentes de insulina, seja pela manutenção dessas funções com menos insulina, ou por uma combinação de ambos. Apesar de muitos progressos nos últimos 30 anos, grandes desafios na pesquisa sobre o cromo permanecem, como o desenvolvimento de métodos práticos para o diagnóstico da deficiência de cromo. Dentre várias abordagens para resolver esse problema, a mais viável pode ser padronizar a resposta urinária de cromo após um estímulo insulinogênico, como uma sobrecarga oral de glicose ou de glicose associada a frutose (para estimulação máxima) com coleta de urina antes e durante o teste de 2 horas.
Walter Mertz (Tue,) estudou esta questão.