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Adotando medidas de rastreamento ocular, exploramos a influência da experiência artística na avaliação estética de ícones computacionais. Os participantes foram 27 estudantes universitários com formação em arte e 27 leigos. Ambos os grupos avaliaram ícones de complexidade e simetria variadas para "beleza", enquanto registrávamos os movimentos oculares dos participantes. Os resultados mostraram que os participantes treinados em arte fixavam mais o olhar nos ícones e tinham caminhos de escaneamento mais curtos do que os participantes do grupo não-artístico, sugerindo que os participantes treinados em arte processavam os ícones de forma mais deliberada. Além disso, observamos um efeito de interação entre a experiência artística e a simetria. Para ícones assimétricos, as classificações dos participantes treinados em arte tendiam a ser mais altas do que as dos leigos; para ícones simétricos, não houve tal diferença entre os avaliadores. Os diferentes padrões visuais associados às avaliações estéticas por esses dois grupos de participantes sugerem que a experiência artística desempenha um papel fundamental na apreciação estética dos ícones e tem importantes implicações para a estratégia de design de ícones.
Hu et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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