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Analisamos dados de quase 2 milhões de mensagens de texto (tweets) de mais de 16.000 usuários no Twitter para examinar as diferenças entre cristãos e ateus na linguagem natural. As análises revelam que os cristãos usam mais palavras de emoção positiva e menos palavras de emoção negativa do que os ateus. Além disso, dois caminhos independentes preveem diferenças nas expressões de felicidade: a frequência de palavras relacionadas a um estilo de pensamento intuitivo (vs. analítico) e a frequência de palavras relacionadas a relacionamentos sociais. Esses achados fornecem a primeira evidência de que a relação entre religião e felicidade é parcialmente mediada pelo estilo de pensamento. Esta pesquisa também apoia estudos anteriores de laboratório e dados de auto-relato, sugerindo que a conexão social media parcialmente a relação entre religiosidade e felicidade. Implicações para a teoria e o futuro das ciências sociais usando métodos computacionais para analisar mídias sociais são discutidas.
Ritter et al. (Ter,) estudaram esta questão.