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A análise codificada de biópsias do fígado de 24 pacientes com hepatite aguda não-A, não-B revelou duas principais tendências histológicas: (a) hepatite viral aguda com necrose conflitiva (sub-lobular e ponte) apresentando um prognóstico relativamente bom e seguindo um curso crônico em apenas quatro dos 14 pacientes (29%); e (b) hepatite viral aguda com infiltração portal severa rica em linfócitos e células plasmáticas, folículos linfáticos com centros germinativos e lesões nos ductos biliares, conforme descrito por Poulsen & Christoffersen. O último grupo apresentou uma tendência muito alta de transição para hepatite crônica (seis dos sete pacientes, 86%) ou um curso caracterizado por uma ou múltiplas recaídas agudas (um dos sete pacientes, 14%). Lesões nos ductos biliares, se presentes nas biópsias de pacientes com hepatite aguda, têm valor diagnóstico e prognóstico. Elas apontam para a possibilidade etiológica de uma hepatite não-A, não-B e, ao mesmo tempo, indicam uma alta probabilidade de evolução para doença hepática crônica.
Schmid et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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