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A assimilação é um ethos prevalente da vida americana. Ela é central para a auto-compreensão da nação e fundamental para grande parte da teoria social americana e políticas. Veja Gordon (1964), Glazer e Moynihan (1978) e Lieberson (1980). A pobreza e o isolamento desproporcionais dos negros levantaram dúvidas sobre a capacidade receptiva da sociedade americana e fomentaram um debate sobre a resposta política necessária ao problema. Neste artigo, argumento que o modelo de assimilação é relevante e útil para uma análise da pobreza urbana negra. A partir do modelo, derivarei uma série de hipóteses que envolvem um debate empírico de longa data sobre a relação entre o gueto segregado e a oportunidade econômica. Esta análise explora a relação entre subir (no status socioeconômico) e sair (do gueto da cidade central). Argumento que o chamado para a dispersão do gueto como um meio de romper a 'subclasse' decorre de uma compreensão incompleta da mobilidade dos grupos étnicos dentro da sociedade dos EUA, assim como da trama abrangente de oportunidades limitadas enfrentadas pelos negros em toda a região metropolitana.
Mark Alan Hughes (Terça,) estudou essa questão.