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Os componentes lineares e curvilíneos do desempenho no trabalho foram estudados em relação à rotatividade. Nem a hipótese linear nem a curvilínea foram apoiadas, uma vez que o desempenho no trabalho não estava relacionado à rotatividade. Outros efeitos de ordem superior também não foram evidentes, já que a satisfação no trabalho não moderou a relação entre desempenho no trabalho e rotatividade. Usando um modelo de caminho, foram investigadas as ligações indiretas entre desempenho no trabalho e satisfação no trabalho e desempenho no trabalho e busca de emprego. Nenhuma das ligações foi apoiada, sugerindo que o desempenho no trabalho não é central para o processo de rotatividade. As implicações dessas descobertas para pesquisas futuras foram discutidas.
Dee Birnbaum (Sex,) estudou essa questão.