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Embora se presuma geralmente que exista uma relação entre gravidez e a formação de cálculos biliares, as evidências disponíveis são confusas e indicam pouco, se é que há, apoio estatístico para tal opinião. Muitos anos atrás, Schroeder cuidadosamente investigou esse problema. Na segunda metade do século 19, ele analisou 1.150 casos de autópsia e, com base nesses estudos, descobriu que 90% das mulheres com cálculos biliares haviam tido filhos. Seus dados, publicados em 1892, têm sido citados de diversas e amplas formas desde então como estabelecendo uma relação entre gravidez e a formação de cálculos biliares, embora, curiosamente, o próprio Schroeder não parecesse particularmente impressionado com essa ideia. Durante os mais de 60 anos que se passaram desde que este trabalho foi relatado, numerosos estudos de pacientes vivos com cálculos biliares e de material post-mortem foram publicados, com a maioria dos investigadores favorecendo a ideia de que a gravidez é um
Alfred M. Large (Mon,) estudou essa questão.
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