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Em 1997, os parlamentos da Alemanha e da República Tcheca ratificaram uma declaração conjunta sobre reconciliação. O conflito político em torno do acordo ilustra como a memória coletiva influencia e molda as relações étnicas. O caminho pelo qual as memórias são institucionalizadas determina como elas reentram na política. Embora o objetivo da declaração fosse esclarecer as relações e abrir caminho para uma nova era nas relações étnicas na região, alemães e tchecos com acesso a recursos institucionais que se opuseram a passagens específicas da declaração conseguiram impedir sua aprovação e, em última análise, diluir seu significado.
Jeffrey Kopstein (Sun,) estudou essa questão.