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As proteínas desordenadas intrinsecamente participam de interações importantes entre proteínas e entre proteínas e ácidos nucleicos, e controlam fenótipos celulares por meio de sua proeminência como organizadoras dinâmicas de redes transcricionais, pós-transcricionais e de sinalização. Essas proteínas desafiam os princípios do paradigma estrutura-função, e seus mecanismos funcionais permanecem um mistério, dado que elas não se dobram autonomamente em estruturas específicas. Resolver esse mistério requer um entendimento de princípios fundamentais sobre as relações quantitativas entre a informação codificada nas sequências das proteínas desordenadas e o conjunto de conformações que elas amostram. Avanços na quantificação das relações entre sequência e conjunto foram facilitados por uma sinergia de quatro vias entre bioinformática, experimentos biofísicos, simulações computacionais e teorias da física dos polímeros. Na presente revisão, avaliamos esses avanços e as percepções resultantes que nos permitem desenvolver uma estrutura quantitativa concisa para descrever as relações entre sequência e conjunto das proteínas desordenadas intrinsecamente.
Mao et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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