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A pesquisa que apresentou mensagens sobre 2 questões sociais testou a ideia de que os efeitos da vivacidade são mais prováveis quando os destinatários da mensagem não estão limitados a prestar atenção às informações. Quando um baixo nível de limitação atencional foi estabelecido ao apresentar uma mensagem para os sujeitos de maneira aparentemente incidental, mensagens vívidas foram menos memoráveis e menos persuasivas do que mensagens pálidas. Dados de processo sugeriram que os elementos vívidos em uma mensagem (ou seja, linguagem colorida, exemplos pitorescos e metáforas provocativas) interferiram na recepção do significado essencial pelos sujeitos, reduzindo assim sua memorabilidade e persuasão. Em contraste, quando a atenção dos sujeitos foi limitada ao instruí-los a prestar atenção à mensagem, sua vivacidade não teve impacto em sua memória sobre o conteúdo ou em sua persuasão.
Frey et al. (Thu,) estudaram essa questão.