Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVO: (1) Comparar as autoavaliações de adesão de pacientes com diabetes com as avaliações de seus provedores; (2) determinar se existem diferenças sistemáticas entre os dois para certos tipos de pacientes; e (3) considerar como o processamento cognitivo que os provedores usam para avaliar a adesão pode explicar essas diferenças. FONTES DE DADOS/CONTEXTO DO ESTUDO: Dados de pesquisa primária foram coletados em 1998 de 156 pares de pacientes e provedores em duas clínicas de endocrinologia de subspecialidade em uma grande cidade do Meio-Oeste. DESENHO DO ESTUDO: Os dados foram coletados em um estudo de pesquisa transversal. Os provedores foram entrevistados imediatamente após ver cada paciente com diabetes, e os pacientes foram entrevistados por telefone dentro de uma semana após as visitas à clínica. MÉTODOS DE COLETA/EXTRAÇÃO DE DADOS: Resultados descritivos bivariados e análises de regressão multivariada são usados para examinar como as características do paciente se relacionam a quatro medidas de avaliações gerais de adesão: (1) autoavaliações dos pacientes; (2) avaliações dos provedores sobre a adesão do paciente; (3) diferenças entre essas avaliações; e (4) valores absolutos dessas diferenças. RESULTADOS PRINCIPAIS: As autoavaliações dos pacientes são quase totalmente independentes de características observáveis, como sexo, raça e idade. As avaliações dos provedores variam com características observáveis como a raça e a idade do paciente, mas não com fatores menos prontamente observáveis, como educação e renda. Para pacientes negros, observamos que em relação aos pacientes brancos, as avaliações dos provedores estão significativamente mais distantes - embora não sistematicamente mais acima ou abaixo - das autoavaliações dos pacientes. CONCLUSÕES: Os provedores parecem se basear em pistas observáveis, particularmente idade e raça, para fazer inferências sobre a adesão de um paciente individual. Esses achados apontam para a necessidade de mais pesquisas sobre vários tipos de processamento cognitivo dos provedores, particularmente no que tange à distinção entre preconceito e incerteza. Se as desigualdades nas avaliações decorrem mais de problemas de informação e comunicação do que do preconceito dos provedores, intervenções políticas devem facilitar a aquisição e o processamento sistemático de informações pelos provedores, particularmente para alguns tipos de pacientes.
Lutfey et al. (Sex,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: