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Revisamos criticamente a literatura recente sobre uniões monetárias e discutimos os desafios metodológicos impostos pela avaliação empírica de seus custos e benefícios. Nesse processo, fornecemos evidências sobre os efeitos econômicos do euro. Em particular, e em contraste com as estimativas do efeito comercial de outras uniões monetárias, encontramos que o impacto do euro no comércio tem sido próximo de zero. Após revisar os custos e benefícios de ingressar em uma união monetária, concluímos com algumas perguntas em aberto sobre aspectos normativos e positivos da teoria das uniões monetárias, enfatizando a necessidade de um quadro unificado baseado no bem-estar para pesar seus custos e ganhos.
Silva et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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