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Este estudo tentou testar suposições derivadas do modelo de transbordamento de papéis de gênero de assédio sexual desenvolvido por Gutek e Morasch (1982). Cento e quatorze alunos do sexo masculino e 120 do sexo feminino foram solicitados a ler cenários que descrevem comportamentos potencialmente orientados sexualmente em relação às mulheres em três diferentes tipos de ambientes de trabalho (tipos de trabalho: dominados por mulheres, dominados por homens e mistos). As variáveis independentes foram (a) a diferença de status entre o supervisor e o subordinado (pequena vs. grande), (b) tipo de trabalho, (c) sexo do sujeito e (d) tipo de sexo do sujeito (mesmo sexo, sexo cruzado, andrógino ou indiferenciado). Os resultados indicaram que comportamentos ambíguos são percebidos como sendo mais assediantes sexualmente em ambientes dominados por homens e mistos do que em ambientes dominados por mulheres. As implicações para futuras teorias e pesquisas sobre assédio sexual são discutidas.
Sheffey et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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