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A personalização é onipresente no espaço online, pois, quando combinada com aprendizado, leva a maior eficiência e receita ao permitir que o conteúdo mais relevante seja apresentado a cada usuário. No entanto, estudos recentes sugerem que essa personalização pode propagar preconceitos sociais ou sistêmicos, o que levou a apelos por mecanismos regulatórios e algoritmos para combater a desigualdade. Aqui propomos uma estrutura algorítmica rigorosa que permite a possibilidade de controlar a personalização tendenciosa ou discriminatória em relação aos atributos sensíveis dos usuários, sem perder todos os benefícios da personalização.
L. Elisa Celis (Sex,) estudou esta questão.
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