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OBJETIVO: Explorar as práticas de alocação de enfermeiros dos gerentes de enfermagem na unidade. DESENHO/METODOLOGIA/ABORDAGEM: Introdução: Garantir que as unidades sejam compostas por enfermeiros adequados para prestar cuidados de enfermagem de qualidade aos clientes tornou-se cada vez mais desafiador para a maioria dos hospitais. Há uma crescente evidência ligando os melhores resultados para os pacientes e menos eventos adversos à presença de enfermeiros ao lado do leito. Os hospitais precisam atrair e reter enfermeiros nas unidades para lidar com questões de qualidade, segurança dos funcionários e dos pacientes. Métodos: O estudo utilizou um desenho fenomenológico descritivo para selecionar intencionalmente 15 gerentes de enfermagem (NMs) e 47 enfermeiros para entrevistas aprofundadas e discussões em grupos focais, respectivamente. RESULTADOS: O estudo revelou que a demanda por enfermeiros para trabalhar na unidade não era científica. Os enfermeiros afirmaram sua frustração com o número inadequado de funcionários na unidade, especialmente nos hospitais periféricos. O tempo pode ser usado como fonte de motivação para os enfermeiros, e os enfermeiros devem estar envolvidos no desenvolvimento da escala de trabalho para permitir uma conformidade eficaz. A compensação por deveres adicionais é relevante na enfermagem. LIMITAÇÕES/PERDA DE PESQUISA: A pesquisa foi realizada apenas em uma região de Gana, e os resultados podem não ser os mesmos em outras regiões. IMPLICAÇÕES PRÁTICAS: O nível inadequado de pessoal tem sérias implicações na segurança do paciente, qualidade do atendimento e resultados dos funcionários. Essa situação necessita da implementação de normas de alocação do setor de saúde para garantir que a mistura adequada de pessoal seja recrutada e retida. ORIGINALIDADE/VALOR: Este estudo é o primeiro em Gana que temos conhecimento que explora práticas de alocação na unidade e identifica fatores que impactam as escalas de funcionários para um cuidado eficaz.
Ofei et al. (2021) estudaram essa questão.
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