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Os estilbenos são compostos de baixo peso molecular (aproximadamente 200-300 g/mol), que ocorrem naturalmente e são encontrados em uma ampla gama de fontes vegetais, produtos de aromaterapia e suplementos dietéticos. Essas moléculas são sintetizadas via a via do fenilpropeno e compartilham algumas semelhanças estruturais com o estrogênio. Diante de ameaças ambientais, a planta hospedeira ativa a via do fenilpropeno e estruturas de estilbeno são produzidas e subsequentemente secretadas. Os estilbenos atuam como agentes de proteção natural para defender a planta contra ataques virais e microbianos, exposição excessiva à radiação ultravioleta e doenças. Um estilbeno, o resveratrol, tem sido amplamente estudado e demonstrou possuir potentes atividades anticâncer, anti-inflamatórias e antioxidantes. Encontrado principalmente nas cascas de uvas, o resveratrol é sintetizado pelas videiras de Vitis vinifera em resposta a infecções fúngicas ou outros estressores ambientais. Pesquisas consideráveis mostram que o resveratrol é um candidato atraente no combate a uma ampla variedade de cânceres e doenças, o que gerou interesse em determinar as capacidades de combate a doenças de outros compostos de estilbeno estruturalmente similares. O objetivo desta revisão é descrever quatro desses compostos de estilbeno estruturalmente similares, piceatannol, pinosilvina, raponticina e pterostilbeno, e detalhar algumas pesquisas farmacêuticas atuais, destacando suas potenciais aplicações clínicas.
Roupe et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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