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Em Resumo A cobertura de feridas perineais complexas resultantes de terapia cirúrgica e radioterapia resulta em morbidade significativa. Complicações agudas ocorrem em 25% a 60% dos pacientes. 1–4 Complicações graves ocorrem em 25% a 46% dos pacientes. 1–3 Flaps musculocutâneos ou omentais são usados como procedimentos primários ou de resgate para feridas perineais não cicatrizadas. 4–6 Flaps retos abdominais verticais são ideais para trazer tecido não irradiado para defeitos associados a procedimentos de extirpação cirúrgica radical e campos irradiados. Um estudo retrospectivo de 73 casos utilizando um flap reto abdominal vertical para reconstrução perineal é relatado. Complicações agudas de feridas perineais ocorreram em 17,8%, enquanto complicações graves que exigiram reoperação ocorreram em apenas 3,5%. Houve 1 falha completa do flap. A cicatrização primária ocorreu em 84,9% dos pacientes, com 94,5% dos pacientes obtendo uma ferida perineal cicatrizada dentro de 30 dias. Esses resultados apoiam o uso do flap reto vertical transpelvico na reconstrução difícil de feridas perineais. Uma revisão retrospectiva de 73 reconstruções de feridas perineais com flaps VRAM revelou complicações em 17,8%, com apenas 3,5% exigindo reoperação e uma falha completa do flap. Feridas cicatrizadas foram obtidas dentro de 30 dias em 94,5%.
Buchel et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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