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OBJETIVO: Determinar as fontes de financiamento para médicos que participam de conferências e reuniões e a percepção dos médicos sobre se seu envolvimento com a indústria farmacêutica cria um conflito de interesse ou viés em sua seleção de medicamentos. MÉTODO: Um questionário postal foi distribuído a 622 médicos de hospitais e 515 médicos de clínica geral (GPs) que trabalham na área de Edimburgo, na Escócia, Reino Unido. RESULTADOS: A indústria farmacêutica financiou aproximadamente metade das reuniões e conferências frequentadas pelos médicos. Menos de 20% dos médicos financiaram a si mesmos. Um terço das reuniões não teria sido frequentado se o financiamento da indústria não estivesse disponível. Médicos de hospitais e GPs tinham opiniões semelhantes sobre conflito de interesse e viés. Uma minoria de médicos (40%) achou que o envolvimento da indústria criou um conflito de interesse, mas a maioria dos médicos (86%) achou que não criou um viés em sua própria seleção de medicamentos. CONCLUSÕES: Se a educação médica continuada (EMC) para médicos for depender do financiamento da indústria farmacêutica no futuro, precisamos de códigos de conduta mais explícitos. É preocupante que, embora muitos médicos reconheçam o potencial da indústria para influenciar seus hábitos de prescrição, poucos reconhecem que eles mesmos são suscetíveis.
Rutledge et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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