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Saber o que ainda não sabemos é crítico para o aprendizado. No entanto, as pessoas normalmente superestimam suas habilidades—mas isso é verdade para todos? Três estudos examinaram quem demonstra superconfiança e por quê. O Estudo 1 demonstrou que participantes com uma teoria de inteligência de entidade (fixa), conhecidos por evitarem informações negativas, mostraram significativamente mais superconfiança do que aqueles com teorias mais incrementais (maleáveis). No Estudo 2, participantes que foram ensinados uma teoria de inteligência de entidade alocaram menos atenção a problemas difíceis do que aqueles ensinados uma teoria incremental. Participantes nesta condição de entidade também mostraram mais superconfiança do que aqueles na condição incremental, e essa diferença na superconfiança foi mediada pelo viés observado na atenção a problemas difíceis. Finalmente, no Estudo 3, direcionar a atenção dos participantes para aspectos difíceis da tarefa reduziu a superconfiança daqueles com visões mais de entidade da inteligência. Implicações para reduzir autoavaliações tendenciosas que podem interferir no aprendizado foram discutidas.
Ehrlinger et al. (Sex,) estudaram essa questão.