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O estado colombiano alcançou formas de estabilidade que descansam em sua capacidade de compartilhar soberania com atores subnacionais legais e ilegais. Baseado na teoria dos grafos, este trabalho examina a lógica da cooperação que apoia a presença do estado no porto de Buenaventura. Para isso, foi realizada uma investigação documental de fontes judiciais e estudos acadêmicos, e redes de relacionamento foram construídas. A reconstrução do grafo ilumina a presença de soberanias compartilhadas em Buenaventura, já que as formas de controle colaborativo não são domínio exclusivo do estado colombiano. Em Buenaventura, essas regras vêm de interações entre líderes políticos, o militar e criminosos.
Niño et al. (Sex,) estudaram essa questão.