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Comparamos 356 homens e mulheres mais velhos e encontramos que a renda, a educação e o estado civil tiveram associações significativamente mais fortes com a mudança de 6 anos na funcionalidade para os homens; o locus de controle de saúde interno foi mais forte para as mulheres. Ocorreram grandes, mas não significativas, diferenças em relação à idade, saúde percebida e dias saindo por semana (mais forte para mulheres), além de exercícios e tabagismo (mais forte para homens). Não encontramos diferença em relação à etnia, condições crônicas e contatos sociais. Modelos específicos de gênero que incorporam fatores passíveis de mudança previram funcionalidade de acompanhamento significativamente maior para aqueles com comportamentos de saúde positivos, apoiando o valor de intervenções preventivas.
Strawbridge et al. (Sex,) estudaram essa questão.