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A fadiga muscular ou a doença neuromuscular podem resultar em falha de ativação central durante contrações voluntárias máximas (CVMs). A sobreposição de uma contração estimulada eletricamente durante uma CVM foi utilizada para detectar falha de ativação central. Para determinar o meio mais sensível de quantificar a falha de ativação central utilizando esta técnica, comparamos o incremento na força isométrica de trens de estímulos de nervo peroneal simples, duplo e de alta frequência (50 Hz, 500 ou 1000 ms) impostos durante três CVMs separadas dos músculos dorsiflexores. A completude da ativação foi quantificada com a razão de ativação central (RAC) = CVM/(CVM + força estimulada). Foram feitas comparações das RACs de três grupos de sujeitos durante as três condições de estimulação: 7 sujeitos saudáveis, 13 pacientes com esclerose lateral amiotrófica e 5 sujeitos saudáveis após exercícios de fadiga. Para todos os três grupos, a RAC foi significativamente menor durante a condição do trem de estímulos (médias = 0,76-0,89) em comparação com as condições de estímulos simples ou duplos (médias = 0,96-1,00). Os resultados sugerem que um trem superposto de estímulos de alta frequência é um indicador mais sensível de falha de ativação central durante CVMs isométricas em comparação com os métodos de estímulos simples ou duplos sobrepostos.
Kent‐Braun et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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