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Objetivos: O objetivo desta revisão sistemática foi examinar se as técnicas de centralização meniscal, incluindo âncora de sutura posteromedial (PMA) e reparo transtibial pullout posteromedial (PMP), quando adicionadas ao reparo convencional da raiz do menisco medial, poderiam afetar os resultados. Métodos: Uma busca sistemática foi realizada em quatro bases de dados eletrônicas (PubMed, Embase, Scopus e Web of Science) para identificar estudos que adotaram técnicas de reforço meniscal para reduzir o menisco extrudido em pacientes com ruptura da raiz patológica e extrusão do menisco medial (MME). Os dados necessários, que compreendiam características do estudo, técnicas de centralização e medidas de resultado, foram extraídos de estudos elegíveis. Resultados: Um total de 11 estudos, incluindo 474 pacientes no total, foram identificados. Duas técnicas principais foram utilizadas: PMA (cinco estudos) e PMP (cinco estudos). Um estudo utilizou uma combinação de ambas. Em termos de escores clínicos, MME e progressão da osteoartrite, a revisão de cinco estudos comparativos descobriu que os três não relataram benefício ao usar a técnica PMP, enquanto ambos mostraram vantagens significativas usando a técnica PMA. Uma revisão dos estudos no grupo PMA relatou melhorias significativas na MME (variação da diferença média (MD) de MME -1,2 mm a -0,2 mm). Resultados conflitantes foram observados no grupo PMP, em que alguns até mostraram aumento da extrusão (variação da MD de MME -0,50 mm a +1,46 mm). Melhorias significativas em ambos os grupos PMA e PMP também foram observadas nos escores clínicos. Conclusão: Este estudo mostrou que, em comparação com o reparo isolado da raiz, os procedimentos de centralização da raiz podem resultar em melhora significativa nos escores clínicos e na MME, mas os benefícios parecem depender da técnica cirúrgica. Identificamos duas técnicas predominantes, e enquanto ambas as técnicas PMA e PMP relatam melhorias nos escores clínicos, a técnica PMA parece demonstrar uma redução mais consistente na MME.
Vosoughi et al. (Sat,) estudaram esta questão.