Key points are not available for this paper at this time.
Este artigo documenta as consequências dos primeiros arranjos de vida de jovens adultos após deixar a casa dos pais (sem parceiro, coabitando ou casados) para sua situação habitacional, se alugam independentes, compartilham acomodação ou possuem suas próprias casas, tanto imediatamente após sair de casa quanto nos primeiros oito anos após deixar. Os dados são analisados a partir de duas pesquisas retrospectivas sobre o curso da vida realizadas na Holanda na década de 1990, utilizando modelos de regressão logística multinomial. O artigo encontra uma forte influência do tempo e do caminho de deixar a casa na situação habitacional imediatamente após a saída: os que saem do ninho e fazem compromissos mais fortes em suas carreiras domésticas (coabitando ou casando-se) têm maior probabilidade de possuir uma casa e menor probabilidade de compartilhar. Embora ao longo dos anos após deixar a casa essa influência diminua, ela permanece discernível e significativa mesmo oito anos após a saída. Isso é notável, dada a fluidez das carreiras habitacionais dos que saem do ninho.
Clara H. Mulder (Mon,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: