Key points are not available for this paper at this time.
As percepções e a seleção de alimentos pelos seres humanos são derivadas do ambiente alimentar, agroeconômico e cultural predominante e momentâneo, das características cognitivas e biológicas dos indivíduos, e dos atributos intrínsecos e extrínsecos reais e percebidos dos próprios alimentos. A gama de itens tipicamente escolhidos e consumidos dentro de uma dada população é amplamente determinada pela interação do contexto ambiental externo com conjuntos orientadores de 'regras' sociais e psicobiológicas implícitas e explícitas. Dentro dos limites bastante amplos da biologia, as escolhas alimentares individuais e os comportamentos de ingestão estão relacionados e refletem aspectos da disponibilidade de alimentos, comportamentos habituais existentes, mecanismos de aprendizado e crenças e expectativas individuais. Muitas das características relevantes dessas variáveis são exclusivamente humanas, determinando, juntamente, o que é 'comida', quando, como, por quem e com quem é escolhida e consumida, e em que quantidades. Elas também proporcionam oportunidades para que os indivíduos estabeleçam e mantenham um conjunto relativamente estável de respostas afetivas determinadas cultural e biologicamente ('preferências') e comportamentos de ingestão. A compreensão da potencial contribuição dessas influências em diferentes condições pode ajudar a explicar muitas das características observadas da alimentação humana e destacar potenciais caminhos para intervenção.
David J. Mela (Sun,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: