, e o diabetes foi responsável por 63% dos casos de insuficiência renal. As características basais eram semelhantes entre os grupos, exceto pelo BMI mais baixo na coorte percutânea. A longevidade mediana do cateter foi de 20,3 meses (IQR 6,8-36,0) para colocação percutânea e 17,0 meses (IQR 7,2-30,8) para colocação cirúrgica. Infecções relacionadas à DP foram a principal causa de remoção de cateter em ambos os grupos, enquanto as taxas de complicações mecânicas maiores e menores foram comparáveis. Até onde sabemos, esta está entre as maiores coortes contemporâneas do mundo real que avaliam desfechos a longo prazo de cateteres de DP percutâneos, com seguimento além de 5 anos, e aborda uma importante lacuna de evidências. Cateteres de DP percutâneos demonstraram taxas de sobrevivência e complicação a longo prazo comparáveis às de cateteres colocados cirurgicamente. Essas descobertas apoiam a adoção mais ampla da colocação de cateteres percutâneos para facilitar a iniciação oportuna da DP e a seleção de modalidades centradas no paciente.
Lorio et al. (Ter,) estudaram essa questão.