Com previsões em tempo real de IA, a tradução automática interativa (TAI) oferece uma abordagem promissora para a pós-edição (PE). Embora estudos anteriores tenham se concentrado na velocidade e na experiência do usuário, este estudo investiga como a TAI afeta a distribuição de recursos cognitivos (DRC) dos pós-editores em diferentes sub-fases da tarefa (inicial, principal, verificação) e atividades (processamento de ST, processamento de MT, processamento de TT, consulta, digitação). Os dados foram coletados por meio de rastreamento ocular, registro de teclas e entrevistas retrospectivas com doze tradutores profissionais e doze tradutores estudantes com experiência suficiente em TAI, que realizaram tanto a PE convencional (CPE) quanto a PE interativa (IPE) em textos criativos em chinês-inglês. Os resultados indicam que os efeitos da TAI são dependentes de habilidade: profissionais mostraram DRC reduzida apenas no processamento de TT, enquanto estudantes exibiram menor DRC em todas as sub-fases e atividades, exceto na fase inicial. A IPE também estreita a diferença de eficiência cognitiva entre profissionais e estudantes. Os fatores subjacentes que contribuem para essas diferenças são analisados. As descobertas têm importantes implicações para a pesquisa do processo de tradução, para a indústria de tradução, para a pedagogia de tradução e para o design da TAI.
Wei et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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