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PANO DE FUNDO: Quatro variantes do coronavírus da síndrome respiratória aguda severa 2 (SARS-CoV-2) predominaram nos Estados Unidos desde 2021. A compreensão da gravidade da doença relacionada a diferentes variantes do SARS-CoV-2 permanece limitada. MÉTODO: Análise do genoma viral foi realizada em isolados clínicos de SARS-CoV-2 circulando de março de 2021 a março de 2022 em Cleveland, Ohio. As principais variantes foram correlacionadas com a gravidade da doença e os resultados dos pacientes. RESULTADOS: No total, 2779 pacientes identificados com variantes Alpha (n 1153), Gamma (n 122), Delta (n 808) ou Ômicron (n 696) foram selecionados para análise. Não foram encontradas diferenças na frequência de hospitalização, admissão em unidade de terapia intensiva (UTI) e morte entre as variantes Alpha, Gamma e Delta. No entanto, pacientes com infecção por Ômicron tinham significativamente menos probabilidade de serem admitidos no hospital, precisar de oxigênio ou admissão na UTI (2 12.8, P .001; 2 21.6, P .002; 2 9.6, P .01, respectivamente). Em pacientes cujo status vacinal era conhecido, um número substancial teve infecções de quebra de imunidade com as variantes Delta ou Ômicron (218/808 26.9 e 513/696 73.7, respectivamente). Nas infecções de quebra de imunidade, a taxa de hospitalização foi semelhante, independentemente da variante, pela análise multivariada. Nenhuma diferença na gravidade da doença foi identificada entre as subvariantes de Ômicron BA.1 e BA.2. CONCLUSÕES: A gravidade da doença associada às variantes Alpha, Gamma e Delta é comparável, enquanto as infecções por Ômicron são significativamente menos severas. A doença de quebra de imunidade é significativamente mais comum em pacientes com infecção por Ômicron.
Esper et al. (Thu,) estudaram essa questão.