À medida que os chatbots de inteligência artificial gerativa se tornam parte da vida cotidiana, as preocupações sobre seus riscos psicológicos estão crescendo. Relatos emergentes descrevem casos de psicose induzida ou associada à inteligência artificial (daqui em diante, psicose por inteligência artificial (IA)) em que o uso intenso de chatbots está associado a padrões de pensamento delirante. Este artigo propõe um mecanismo provisório em que as vulnerabilidades e padrões de envolvimento do usuário interagem com características da inteligência artificial gerativa, como bajulação e alucinação, contribuindo para a ideação delirante. Em seguida, delineia estratégias clínicas, de design e regulatórias que podem ajudar a mitigar os riscos.
Olisaeloka et al. (qui,) estudaram essa questão.