Resumo Virtualmente desconhecido pelos estudiosos do direito internacional hoje, o julgamento de Shvartsbard em 1927 serviu como uma etapa crucial no desenvolvimento do conceito legal de genocídio por Raphael Lemkin — uma conexão negligenciada por estudiosos que leem Lemkin de maneira retroativa através da teleologia do Holocausto, ignorando como o antissemitismo e as reivindicações de direitos dos judeus moldaram seu pensamento anterior. Este artigo reintroduz a cobertura de Lemkin sobre o julgamento do anarquista judeu acusado de matar o líder ucraniano Symon Petliura em Paris como vingança por pogroms. Este episódio desafia narrativas centradas no estado sobre as origens do direito internacional, revelando como minorias diaspóricas fora da proteção do estado territorial foram agentes cruciais no desenvolvimento legal. O caso levanta questões importantes: Como a violência extra-legal interage com a imaginação legal? Qual é o papel das emoções na mudança legal? Como este episódio moldou a compreensão de Lemkin sobre a 'dupla vida' do genocídio como tabu moral versus crime legal?
Loeffler et al. (Sáb,) estudaram esta questão.
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