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OBJETIVO: A terapia de radiação estereotáxica (SRT) permite a entrega de radiação focada, em um curto período, com alta dose por fração a tumores cerebrais que são menos ideais para tratamento com fração única devido ao tamanho, forma ou proximidade a estruturas sensíveis. Nosso objetivo foi identificar regimes de tratamento otimizados de SRT para maximizar o controle local enquanto minimiza a morbidade. MÉTODOS E MATERIAIS: Realizamos uma revisão retrospectiva de pacientes tratados com SRT para metástases cerebrais sólidas utilizando esquemas de dose variável entre 2001 e 2011 em 3 hospitais acadêmicos. Os critérios de desfecho incluíram (1) controle local, (2) toxicidade aguda (Critérios Comuns de Toxicidade para Eventos Adversos v3.0) e (3) radionecrose sintomática. Kaplan-Meier e uma metodologia de riscos competidores foram usados para estimar a taxa atuarial de falha local e avaliar a associação entre covariáveis clínicas e de tratamento com o tempo até a falha local. RESULTADOS: = .01, razão de riscos ajustada, 0.87). Cinco pacientes experimentaram convulsões dentro de 10 dias após a SRT e 5 pacientes desenvolveram radionecrose. Todos os pacientes com radionecrose documentada receberam radiação prévia à lesão índice. CONCLUSÕES: Nossa série de SRT para metástases cerebrais encontrou que a dose total prescrita foi o único fator associado ao controle local. Tanto os eventos de toxicidade aguda quanto os de longo prazo da SRT foram modestos.
Jimenez et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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