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Um sistema de detecção de antígenos, denominado imunopolimerase chain reaction (imunop-PCR), foi desenvolvido no qual uma molécula de DNA específica é usada como marcador. Uma quimera de estreptavidina e proteína A que possui afinidade de ligação específica e forte tanto para biotina quanto para imunoglobulina G foi usada para anexar um DNA biotinilado especificamente a complexos de antígeno-anticorpo monoclonal que haviam sido imobilizados em poços de placas de microtiter. Então, um segmento do DNA anexado foi amplificado por PCR. A análise dos produtos de PCR por eletroforese em gel de agarose após coloração com brometo de etídio permitiu a detecção de tão poucos quanto 580 moléculas de antígeno (9,6 x 10(-22) mols) de maneira fácil e reprodutível. A comparação direta com o ensaio imunoenzimático ligado a enzimas, utilizando um conjugado de quimera-fosfatase alcalina, demonstra que um aumento (aproximadamente x 10(5)) na sensibilidade de detecção foi obtido com o uso de imunop-PCR. Dada a enorme capacidade de amplificação e especificidade da PCR, esta tecnologia de imunop-PCR tem uma sensibilidade maior que qualquer sistema existente de detecção de antígenos e, em princípio, poderia ser aplicada à detecção de moléculas de antígeno únicas.
Sano et al. (Sex,) estudaram esta questão.