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Este estudo investigou até que ponto a pertença a um time prevê comportamentos antissociais e prosociais em campo e fora de campo em atletas (pré)adolescentes. Os efeitos da pertença ao time estavam relacionados a características do ambiente da equipe, como suporte relacional do treinador para com os membros da equipe, atitude de jogo limpo e raciocínio sociomoral dentro do time, e clima sociomoral. A amostra consistiu de N=331 jogadores de futebol masculinos. Análises multiníveis revelaram que 21% da variância no comportamento antissocial fora de campo, e 8% e 14% da variância nos comportamentos antissociais e prosociais em campo, respectivamente, poderiam ser atribuídos a características do ambiente esportivo, incluindo suporte relacional do treinador, exposição a altos níveis de raciocínio sociomoral sobre dilemas esportivos e atitude positiva da equipe em relação ao jogo limpo. Os resultados destacam a importância de fatores contextuais na explicação tanto dos comportamentos antissociais quanto dos prosociais em atletas adolescentes e enfatizam o papel dos esportes juvenis organizados como um contexto de socialização.
Rutten et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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