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Exossomos são pequenas vesículas extracelulares com diâmetros de 30-150 nm. Em condições fisiológicas e patológicas, quase todos os tipos de células podem liberar exossomos, que desempenham papéis importantes na comunicação celular e na regulação epigenética ao transportar materiais proteicos e genéticos cruciais, como miRNA, mRNA e DNA. Consequentemente, métodos diagnósticos de doenças e terapias baseados em exossomos têm sido intensivamente pesquisados. No entanto, como em qualquer área das ciências naturais, a investigação aprofundada de exossomos depende fortemente dos avanços tecnológicos. Historicamente, os dois principais obstáculos técnicos que restringiram as pesquisas básicas e aplicadas de exossomos incluem, primeiro, como simplificar a extração e melhorar o rendimento de exossomos e, segundo, como distinguir efetivamente exossomos de outras vesículas extracelulares, especialmente microvesículas funcionais. Nas últimas décadas, embora um método padronizado de isolamento de exossomos ainda não tenha se tornado disponível, várias técnicas foram estabelecidas através da exploração das características bioquímicas e fisicoquímicas dos exossomos. Neste trabalho, ao analisar de forma abrangente os progressos nas estratégias de separação de exossomos, fornecemos uma visão panorâmica das atuais técnicas de isolamento de exossomos, oferecendo perspectivas para o desenvolvimento de novas abordagens para o isolamento de exossomos de alta eficiência a partir de vários tipos de matrizes biológicas. Além disso, da perspectiva de diagnóstico e terapias baseadas em exossomos, enfatizamos a questão da separação quantitativa de exossomos e microvesículas.
Yang et al. (Qua,) estudaram esta questão.