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OBJETIVO: Examinar as respostas agudas e a recuperação de hormonas séricas e força muscular após sessões de carga combinada de força (S) e resistência (E) nas quais a ordem dos exercícios é invertida (ES vs. SE). MÉTODOS: Este desenho de estudo cruzado incluiu homens e mulheres treinados recreativamente em resistência (idade de 21 a 45 anos, n = 12 homens, n = 10 mulheres) que realizaram ambas as cargas. A força isométrica bilateral máxima (MVC), a taxa de desenvolvimento de força isométrica (RFD) e as concentrações séricas de testosterona (T), cortisol (C), hormônio do crescimento (GH), fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1), proteína de ligação 3 (IGFBP3) e globulina de ligação a hormônios sexuais (SHBG) foram medidas durante e após ambas as cargas. RESULTADOS: Ambas as cargas combinadas (ES e SE) levaram a uma maior diminuição aguda na MVC em homens do que em mulheres, enquanto a RFD foi ligeiramente afetada apenas em homens. A recuperação da MVC e da RFD ao nível basal foi completa em 24 h, independentemente da ordem dos exercícios. Nos homens, a fadiga neuromuscular foi acompanhada pelo aumento das concentrações de C observadas após SE. Isso foi seguido por concentrações diminuídas de T em 24 h e 48 h que foram significativamente mais baixas do que as observadas após ES. A resposta de GH nos homens também diferiu significativamente após as cargas. Nas mulheres, apenas uma diferença significativa em T entre as cargas ES e SE foi observada no pós. CONCLUSÃO: Essas diferenças observadas nas respostas hormonais, apesar das semelhanças na fadiga neuromuscular em homens, indicam a presença de um efeito de ordem, já que o corpo não estava totalmente recuperado em 48 h após SE. Esses achados podem ser aplicáveis na prescrição de treinamento para otimizar adaptações específicas ao treinamento.
Taipale et al. (Qui,) estudaram esta questão.