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OBJETIVOS: Estudamos a eficácia e segurança da descompressão orbital balanceada guiada por imagem para orbitopatia de Graves. MÉTODOS: Os dados de 24 pacientes (45 órbitas) foram revisados quanto a demografia, desfechos oftalmológicos e complicações em relação à cirurgia guiada por imagem (18 órbitas) versus cirurgia não guiada por imagem (27 órbitas). RESULTADOS: De modo geral, todos os pacientes apresentaram redução na proptose (redução média, 6,2 mm na proptose) conforme medido pela exoftalmometria de Hertel. Observou-se melhoria na acuidade visual de todas as 12 órbitas com acuidade pré-operatória de 20/40 ou pior, com resolução completa (38%) ou melhora (62%) nas 16 órbitas com neuropatia óptica. Essas medidas alcançaram significância estatística. Apesar da melhora subjetiva na confiança do cirurgião, o uso de orientação por imagem não resultou em diferença estatisticamente significativa nos desfechos oftalmológicos pós-operatórios. Complicações médicas e sinonasais foram vivenciadas por 11,1% e 18,5% dos pacientes que se submeteram à descompressão orbital guiada por imagem e não guiada por imagem, respectivamente. CONCLUSÕES: A orientação por imagem pode ser um recurso útil para a descompressão orbital balanceada na orbitopatia de Graves, mas não esteve associada a uma melhora estatisticamente significativa nos desfechos neste estudo.
Dubin et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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