Este artigo examina as consequências sociais e psicológicas do conflito iemenita sob a perspectiva da violência estrutural. A revisão analisa como o colapso institucional, a interrupção de serviços e a governança fragmentada produzem padrões sustentados de privação que afetam a saúde, a água, a alimentação, a educação, os meios de subsistência e as relações sociais. Explora ainda os efeitos psicológicos associados à insegurança prolongada, incluindo estresse crônico, sintomas de trauma, isolamento social e angústia relacionada ao deslocamento, degradação dos serviços e instabilidade econômica. Ao integrar perspectivas teóricas sobre violência estrutural com achados empíricos do contexto iemenita, o estudo mostra como estruturas políticas e econômicas moldam a distribuição e a persistência do dano. A análise destaca os limites das intervenções humanitárias que operam dentro dessas restrições e enfatiza a necessidade de entender as consequências do conflito como enraizadas em arranjos sistêmicos, em vez de atos isolados de violência.
Aldbyani et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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