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Este estudo investigou as diferenças de gênero na relação entre competência comunicativa oral e rejeição por pares na educação infantil. Hipotetizou-se que crianças com menor competência comunicativa oral seriam rejeitadas por seus pares com mais frequência e que a força dessa relação divergiria para meninos e meninas. Uma amostra de N = 54 crianças foi testada no Teste de Nijmegen para Pragmatismo (NPT) para medir sua competência comunicativa oral, definida como sua capacidade de usar a linguagem de maneira adequada em uma situação particular. Além disso, um método sociométrico foi utilizado para medir o nível de rejeição por pares e aceitação por pares. Nenhuma relação foi encontrada entre competência comunicativa oral e rejeição por pares. No entanto, uma relação positiva foi observada entre competência comunicativa oral e aceitação por pares. Interessantemente, essa relação aplicou-se apenas aos meninos. Sugere-se que os professores da educação infantil que buscam promover a aceitação por pares devem levar em consideração a promoção da competência comunicativa oral.
Wilt et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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