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Avaliar o acesso de um paciente a meios potencialmente letais para suicídio e tomar medidas para restringir o acesso a esses meios são expectativas comuns para uma gestão razoável de pacientes suicidas em regime ambulatorial. Embora a evidência científica apoie a restrição de meios como uma estratégia de prevenção do suicídio, essa prática continua a ser pouco utilizada pelos clínicos, em grande parte devido à falta geral de treinamento e orientação disponíveis. O presente artigo revisa a base conceitual e as evidências empíricas para a restrição de meios, discute as barreiras comuns ao aconselhamento sobre restrição de meios e fornece procedimentos e ferramentas práticas (por exemplo, o recibo de meios, o plano de apoio em crises) para realizar o aconselhamento sobre restrição de meios na prática clínica rotineira.
Bryan et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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